As 5 redes sociais africanas que prometem dar que falar no futuro

No final de 2015, o Facebook contava com 1,59 mil milhões de utilizadores, com o número de pessoas que tinham acedido à sua conta no espaço de 30 dias a ascender aos 1,31 mil milhões, o que faz dela a mais popular do seu género em todo o mundo. Se fosse um país, teria quase tantos habitantes como a China. Quando ao Twitter, que além de rede social é igualmente um serviço de microblogue, tinha no mesmo período cerca de 302 milhões de utilizadores activos.
Além destas duas redes sociais digitais, há que contar com muitas outras plataformas que têm obtido um relativo sucesso, como por exemplo o Linkedin, o Pinterest, o Google+ , o Tumblr, o Instagram, o Flickr e muitos outros, cada um com objectivos e públicos-alvo diferentes. A lista parece infindável, mas existe um pormenor por demais evidente: todas estas redes foram criadas no Ocidente.
Assim sendo, o que têm algumas das mentes brilhante de África, que é como quem diz, os seus jovens empreendedores, para oferecer aos habitantes do continente? Recentemente, a revista Disrupt Africa deu a conhecer uma lista de cinco startups tecnológicas, dentro da área das redes sociais, que prometem dar que falar no continente.
1. OurHood
Criada na África do Sul e lançada em Maio de 2014, esta plataforma permite aos moradores de um bairro manterem-se ligados entre si, em rede, com cada grupo (bairro) a ter o seu grupo privado. Essencialmente, pretende-se facilitar a comunicação e a troca de informações entre vizinhos. Quer alertá-los para os assaltos que ocorreram nas redondezas? Pretende avisá-los de um evento importante que vai ocorrer no bairro? Perdeu algo perto de casa e precisa de saber se alguém o encontrou? Então o OurHood é o serviço ideal para manter-se informado e comunicar com quem vive à sua volta.
2. Slickr
Eis uma rede social dedicada à moda que consegue ser, ao mesmo tempo, uma plataforma de comércio electrónico gratuita para os seus utilizadores. Quem cria uma conta no Slickr pode inserir no seu perfil as imagens, vídeos e hiperligações que considera relevantes, ao mesmo tempo que tem a possibilidade de conversar com outros utilizadores sobre os conteúdos, relacionados com o mundo da moda, que vão surgindo. Mais: além de poder seguir outros utilizadores, também é possível seguir determinadas marcas.
O modelo de negócio desta startup egípcia, fundada em Janeiro de 2016, é um pouco diferente de muitas outras plataformas de comércio electrónico, refere a Disrupt Africa. E porquê? Porque as marcas e os designers podem abrir a sua loja digital, com o intuito de vender os seus produtos, sem ter de pagar um tostão em troca: a Slickr não cobra comissões pelas vendas, obtendo os seus lucros através de publicidade e de serviços “premium”.
3. Guumzo
Da Tanzânia surgiu a Guumzo, uma curiosa rede social que permite gravar mensagens de voz com a duração de dois minutos. A ideia, como não podia deixar de ser, é a de partilhá-las com outros utilizadores. É o regresso à oralidade, sem depender das mensagens escritas ou das imagens, como é apanágio da esmagadora maioria das redes sociais digitais.
A Guumzo pretende chegar, até Maio deste ano, aos 200 mil utilizadores na Tanzânia, estando já a apontar baterias para outros dois países: Quénia e Ruanda.
4. Medishare
E que tal criar uma plataforma que permita aos médicos e a outros profissionais da saúde comunicar entre si, de forma a trocar, rapidamente e com eficiência, relatórios e outras informações? Foi com este propósito que nasceu a sul-africana Medishare. Aqui, a rapidez na comunicação assume-se como o principal vértice, pouco importando as distâncias e as barreiras físicas. Quando se trata de salvar vidas e de trocar informações clínicas, todo o tempo que se ganha ajuda a fazer a diferença. Neste caso, a única coisa que é preciso é ter acesso à Internet e estar registado nesta rede social.
5. EIWafeyat.com
Infelizmente, a morte também faz parte do nosso dia-a-dia, pelo que não admira que tenha sido criada uma rede social pensada para uma realidade a que ninguém escapa. A plataforma egípciaEIWafeyat.com serve para anunciar, “de forma decente e eficiente”, a morte de alguém a toda a comunidade de amigos, familiares e conhecidos do falecido. A rede, além de também permitir aos utilizadores enviar a suas condolências via internet, fornece ainda uma lista de empresas que prestam serviços funerários.
Lançada em Agosto de 2014, a rede social já conta com 200 mil utilizadores no Egipto, sendo que 15 mil pessoas recebem diariamente uma newsletter com a mais recente lista de óbitos. De acordo com os fundadores da EIWafeyat.com, “o objectivo é o de ajudar as pessoas a apoiarem-se umas às outras em tempo de dificuldade”, uma tarefa que se torna bastante mais simplificada e personalizada quando se está dentro de uma rede social online, salientam.

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